quarta-feira, 5 de outubro de 2011

É melhor dar água para quem tem sede.


“Já que para quem você está oferecendo água não valoriza.
Dê uma chance para quem está a beira do caminho clamando por uma gota d’água. ”

Há momentos que é preciso parar e dar uma olhada para os lados,
podemos nos surpreender com o número de pessoas que estão aguardando ardentemente a nossa atenção, e por causa desse desejo,irão ser gratos,recompensadores, e nos farão reconhecer que é melhor dar água para quem tem sede do que ficar tentando mudar o sabor da água toda hora tentando agradar quem não está com sede.
Jesus disse: Se alguém tem sede, que venha a mim e beba...
A proposta do Cristo nunca foi negar ajuda, mas também nunca foi desperdiçar água com quem não está com sede.
Deixamos de fazer muito, deixamos de ajudar a muitos, deixamos de amar e dar atenção a muitos, porque estamos presos tentando criar estratégias para que o que não tem possa desejar beber da água, às vezes até
aparentemente conseguimos, mas será por pouco tempo e certamente nunca será tão agradecido como o que foi socorrido em um momento de seca.
Eu ouvi certa vez alguém dizendo assim: Pessoas com problemas nós ajudamos, pessoas problemáticas nós nos afastamos, para que não nos impeça de chegar a outros com água fresca e revigorante.
Ao colocarmos uma flor  a disposição de um beija-flor há uma grande chance de sermos surpreendendo com um jardim, já a disposição de um corvo o máximo que poderemos perceber é a carniça em que se transformou a flor.
Sementes boas dependem de boa terra para darem bons frutos.
_Abimael Alves.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A ilusão do reflexo

 
 
A ilusão do reflexo Conta-se que um pai deu a sua filha um colar de diamantes de alto preço. Misteriosamente, alguns dias depois o colar desapareceu.

Falou-se que poderia ter sido furtado. Outros afirmaram que talvez um pássaro tivesse sido atraído pelo seu brilho e o levado embora. Fosse como fosse, o pai desejava ter o colar de volta e ofereceu uma grande recompensa a quem o devolvesse: R$ 50.000,00. A notícia se espalhou e, naturalmente, todos passaram a desejar encontrar o tal colar.

Um rapaz que passava por um lago, próximo a uma área industrial, viu um brilho no lago. Colocou a mão para proteger os olhos do sol e certificou-se: era o colar. O lago, entretanto, era muito sujo, poluído, e cheirava mal. O rapaz pensou na recompensa. Vencendo o nojo, colocou a mão no lago, tentando apanhar a jóia. Pareceu pegá-la, mas sentiu escapulir das suas mãos. Tentou outra vez. Outra mais. Sem sucesso. Resolveu entrar no lago. Emporcalhou toda sua calça e mergulhou o braço inteiro no lago. Ainda sem sucesso. O colar estava ali. Mas ele não conseguia agarrá-lo. Toda vez que mergulhava o braço, ele parecia sumir.

Saiu do lago e estava desistindo, quando o brilho do colar o atraiu outra vez. Decidiu mergulhar de corpo inteiro. Ficou imundo, cheirando mal. E ainda nada conseguiu. Deprimido por não conseguir apanhar o colar e conseqüentemente, a recompensa polpuda, estava se retirando, quando um velho passou por ali.

O que está fazendo, meu rapaz? O moço desconfiou dele e não quis dizer qual o seu objetivo. Afinal, aquele homem poderia conseguir apanhar o colar e ficar com o dinheiro da recompensa.

O velho tornou a perguntar, e prometeu não contar a ninguém. Considerando que não conseguia mesmo apanhar o colar, cansado, irritado pelo fracasso, o rapaz falou do seu objetivo frustrado. Um largo sorriso desenhou-se no rosto do interlocutor. Seria interessante, falou em seguida, que você olhasse para cima, em vez de somente para dentro do lago. Surpreso, o moço fez o recomendado. E lá, entre os galhos da árvore, estava o colar brilhando ao sol.

O que o rapaz via no lago era o reflexo dele. A felicidade material se assemelha ao reflexo do colar no lago imundo. Na conquista de posses efêmeras, quase sempre mergulhamos no lodo das paixões inconseqüentes. A verdadeira felicidade, no entanto, não está nas posses materiais, nem no gozo dos prazeres. Ela reside na intimidade do ser.

Nada ruim em se desejar e batalhar por uma casa melhor, um bom carro, roupas adequadas às estações, uma refeição deliciosa. Nada ruim em desejar termos coisas. A forma como as conquistamos é que fará a grande diferença.

Se para  as conseguir, necessitamos entrar no lodaçal da corrupção, da mentira, da indignidade, somente sairemos enlameados, e infelizes.

Esse tipo de felicidade é como o reflexo do colar na água: pura ilusão. Somente existe verdadeira felicidade nas conquistas que a honra dignifica, que a consciência não nos acusa.

Pensemos nisso. E, antes de sairmos à cata desesperada de valores materiais expressivos, analisemos o que necessitamos dar em troca.

Porque nada vale que mereça sacrificar a honra, a dignidade pessoal, a auto-estima, a vida espiritual.   Conto de autoria desconhecida.
Por: Mara Pio

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Prisioneiros das conseguências



Gente, o que é isso?
Onde foi que o ser humano perdeu aguela coisa da GRATIDÃO, CARÁTER RETO E VERGONHA NA CARA?

Pessoas nāo são objetos e sentimentos não são programas de computador para serem usados e descartados quando não há mais necessidades.
As vezes ficamos triste quando nos sentimos usados por alguém, na verdade deveríamos ficar felizes, pois tínhamos para dar o que ele não possuía, afinal Deus usa pessoas e não coisas.
Bom seria se pudéssemos unir experiência à força, mas isso nunca acontece, quando chega à experiência normalmente a força já se foi.

O bom da experiência é que ela nos faz sofrer menos, pois paramos de nos iludir com a beleza do pacote que nos é apresentado e temos paciência para esperar para ver o que há dentro.

A experiência nos mostra que não há relacionamentos perfeitos quando envolve seres humanos, sabemos que haverá decepções de ambos os lados, e que o que foi prometido com juras de eternidade pode ser esquecido ao dobrar a próxima esquina.

Somos livres para fazermos nossas escolhas, mas somos prisioneiros das conseqüências.
_Abimael Alves.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Vendo as mesmas coisas e enxergando coisas novas.


Albert Szent-Gyorgyi,  disse, “Descobrir é olhar para a mesma coisa como todos olham e enxergar algo diferente.”  
Isso realmente é um maravilhoso dom gratuito de Deus.

Poder acordar todos os dias e enxergar algo novo em coisas que aparentemente são antigas.
Enxergar o amor no ódio, o alegria na tristeza, o sol na tempestade, a esperança no caos.
Descobrir que em meio as linhas aparentemente tortas Deus está escrevendo uma história de caminhos retos, que nos levará a perceber que o melhor ainda está por vir, é o que no faz acreditar que a vida vale apena ser vivida.
Esse dom maravilhoso que nos e dado por Deus, nos faz descobrir que a algo diferente do que nossos olhos estão vendo, e que é muito diferente do que falam ou pensam, pois só quem descobrir enxergará.
Enxergar algo diferente é contemplar o final como um recomeço, a perda como a oportunidade de ter algo ainda melhor, o choro como preparo para dias muitas alegrias, a prisão como instrumento para valorizar a liberdade e viver a noite na esperança aplaudir um novo dia.
Descobrir é orar para o mesmo Deus todos os dias e enxergar que ele tem coisas novas a cada amanhecer, pois ele sempre tem e faz o melhor para os que o amam e o servem verdadeiramente.
"Há um rio cujo as correntes alegram a cidade de Deus, ele está no meio dela, ela não será abalada."

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A vida me ensinou.


A vida me ensinou que devo ir um pouco mais devagar, que não devo correr tanto nem ter tanta pressa para chegar.

Quem corre muito não tem tempo para apreciar as belas paisagens do caminho.
A pressa nos faz cair em ciladas, não percebemos os buracos, não nos atentamos aos perigos da esquina, a pressa não nos da tempo de perceber se é sonho ou ilusão.
Aprendi que é melhor ir um pouco mais devagar, não me entusiasmar muito com a beleza do pacote, para não me decepcionar tanto com o seu conteúdo.
Quanto se está com pressa, os olhos se cegam para o que não se quer ver, a mente se fecha para a verdade e o coração se cauteriza para razão.
A vida me ensinou, a não pintar o jardim com a cor do camaleão, pois a qualquer momento ele pode mudar a sua cor.
Aprendi que um paço de cada vez pode evitar que eu tropece.
A vida me ensinou que indo um pouco mais devagar, posso evitar que em meio ao caminho eu deixe de enxergar e agradecer aos que me apóiam e torcem pela minha vitória.

Aprendi que nenhum sonho, nenhum sucesso, nenhum alvo a ser atingido, vale o preço de se deixa rastros de sangue por onde se passou a caminho da conquista.
É!!! A vida me ensinou a ir um pouco mais devagar, arrancando pedras e plantando flores.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Retalhos da Vida.



“Para medir um homem, anote a altura de seus ideais, a profundidade de suas convicções, a amplitude de suas amizades e a extensão de seus sacrifícios”. Anonimo.
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“Três coisas há que só se conhecem na ocasião: a coragem no perigo, a prudência na cólera e os amigos na adversidade” Não sei o autor.

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“Não se foge porque se tem medo, tem-se medo porque se foge”. (William James – citado por Simone Weil).

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“Aceita a enormidade do castigo com a mesma face com que antigamente aceitavas a delícia do pecado”. (Olavo Bilac).

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“Enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo seria cansativo; mas uma distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida”. (Machado de Assis em Quincas Borba).

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“A coragem encara o medo e, portanto, dele se assenhora. A covardia reprime o medo e, portanto, dele se torna escravo. Homens corajosos nunca perderam o elã pela vida mesmo que a situação que vivam seja sem brilho; covardemente, homens esmagados pelas incertezas da vida, perdem o desejo de viver. Devemos constantemente erguer diques de coragem para conter as inundações do medo”. (Martin Luther King Jr.)

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“Finalmente, todos concordam que um homem ocupado não pode fazer nada bem: não pode se dedicar à eloqüência, nem aos estudos liberais, uma vez que, seu espírito ocupado em coisas diversas, não se aprofunda em nada, mas pelo contrário, tudo rejeita, pensando que tudo lhe é imposto”. (Sêneca – Sobre a Brevidade da Vida.)

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“O ódio é licor mui precioso, um veneno muito caro, porque é feito de nosso sangue, de nossa saúde, de nosso sono e de dois terços de nosso amor próprio”. (Charles Baudelaire).

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“Dê a este novo Isaías
Não visões, não profecias:
Dê o que falta a tanta gente
-Pureza d’alma, semente
Das celestiais alegrias”.
(Manoel Bandeira).


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“Rabino Johana bem Zakkai perguntou aos seus discípulos de qual pecado devemos fugir. O rabino Simeon respondeu: Aquele que pede emprestado e não paga. Não importa se pediu emprestado de Deus ou de outro homem. Eis a essência da miséria humana: esquecer que a vida é dom e um empréstimo”. (Abraham Joshua Heschel).

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“Devemos temer a justiça de Deus como se não tivesse misericórdia e devemos confiar na sua misericórdia como se não tivesse justiça”. (Pe Antônio Vieira).

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“Não tenho dúvidas que a religião cristã é, no final das contas, algo que nos proporciona uma satisfação indizível. Mas ela não começa pelo conforto; começa pelo desconforto. Na religião, como na guerra e em tudo na vida, satisfação é coisa não obtemos procurando por ela. Se procurarmos a verdade, poderemos concentrar a satisfação no fim. Se procurarmos primeiro a satisfação, não encontraremos nem a satisfação nem a verdade, apenas a adulação e a falsa esperança e, no fim, o desespero”. (C. S. Lewis).

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“Meu único desejo é contemplar o seu rosto. Eu não temo outro senão Ele; reverencio a Ele somente. Se o visse apenas em um sonho, continuaria dormindo por toda eternidade”. (Rabino Jehuda Halevi – citado por Abraham Joshua Heschel).


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A vida do vai dar tudo certo não existe.




A verdade é uma só! A vida do “Vai dar tudo certo no final” só existe nos contos de fadas.
A vida é dura, tudo é conseguido com muito esforço.
As Sagradas Escrituras declaram que O Reino de Deus é tomado a força. Isso quer dizer que tem que haver esforço, nada é de graça, nada é muito fácil.
Em tudo haverá perdas e ganhos, na maioria das vezes para podermos ter algumas coisas temos que abrir mão de outras.
Sempre que damos mais um passo impreterivelmente algo já ficou para traz.
O novo só acontece quando o que era novo se torna velho, o presente só chega quando o passado ficou pra traz, o amanhecer vem quando a noite foi embora.
Viver em novidade de vida, é mais do que um jargão, é viver um dia de cada vez, consciente que as novidades precisarão de espaço para se fazer, e é nesse momento que será preciso fazer escolhas.
Ficar com o sapato novo que vai precisar se acostumar os seus pés ou continuar com o velho que já esta fora de moda, gasto, feio, com poucas chances de lhe ser útil?
Continuar caminhando o mesmo e velho caminho, caminhando sempre na mesma direção  ou mudar de direção e ver novas paisagens e ir em busca novos horizontes?
Mudanças custam caro porque são desafios, trocar o certo pelo incerto, não sabemos se vai dar tudo certo, mas uma coisa é certa, assim é a vida, uma eterna aventura, se vai dar tudo certo ou não, isso não importa, pois na verdade o que vale é poder dizer : Não passei pela vida eu vivi a vida, eu não caminhei pela história eu fiz o caminhos, eu não dormi o sono dos covardes eu enfrentei e vivi a vida e venci os meus medos, eu não criei raízes em minha zona de conforto eu fui em busca do que era novo e o que era velho se fez novo.
Abimael Alves.
 Twitter @abimaelalves

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Minha história escrita pelos dedos de Deus.


Quero a história da minha vida escrita pelos dedos de Deus.

Não quero escreve–lá, nem preciso que homens a escreva.
Nos dedos de Deus há a mais excelente pena, com a mais pura e bela tinta.
Suas escritas não são tremulas nem contem erros.

 Não há linhas tortas.

Deus não usa borracha, não precisa fazer rascunho, pois tudo que faz é perfeito.
Sendo minha vida escrita pelos de Deus é certeza de uma história de sucesso.
A história da minha vida escrita pelos dedos de Deus nas páginas do seu livro,me garante continuar com ele por toda a eternidade.
Minha oração é: Deus que nunca deixes de escrever a minha história coma pena dos seus dedos chamada amor e com a tinta chamada misericórdia.  

A Deus toda honra e toda glória.