terça-feira, 18 de outubro de 2011

É melhor ter dúvidas do que ter medo.



Se você sabe o caminho, então não há o que temer,  agora se tem dúvida não vá, uma escolha errada pode te levar a um lugar sem volta.

O medo nunca venceu uma batalha, nunca salvou uma família, nunca curou uma doença.
O medo na verdade nos faz nos acovardar, nos faz fugir, nos trás dor, nunca alegria.

A dúvida é nossa amiga, não dúvida que desconsidera a fé, mas a dúvida que nos trás prudência, a dúvida que nos faz refletir, a dúvida que nos faz parar para pensar antes de falar, agir, ou tomar decisões.

A dúvida, não está associada ao medo, mas ao desejo de seguir o caminho certo, o medo nos paralisa, a dúvida nos faz pensar antes de tudo.

Uma decisão tomada com medo, pode causar grandes estragos e acabar nos levando a caminhos sem volta, já a dúvida pode nós fazer ter a certeza do caminho a seguir.

Nenhum caminho que não tenha volta é seguro.

_Abimael Alves.
Quebrando  Pedras e Plantando  Flores.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Questão de sobrevivência.


Em cada um de nós há um segredo, uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e paraísos secretos. Saint-Exupéry.

Qual de nós não tem os seus segredos? Qual de nós não mantém dentro de si, passagens secretas trancadas a “sete chaves”? Qual de nós não mantém sempre isolado no mais profundo do seu ser um quarto em que na porta esteja um aviso dizendo; quarto do silêncio? Qual de nós não guarda longe do alcance de tudo e todos, no mais inalcançável de todos os lugares tempo e pensamento, um lugar só seu chamado paraíso secreto?

São nesses segredos, nessa passagem inviolável, neste quarto do silêncio, neste paraíso secreto, que muitas vezes nós nos refugiamos, são nesses lugares que talvez para alguns sejam inexistentes que nos escondemos, são neles que muitas vezes nós vamos, não para nos encontrarmos com qualquer outra pessoa, a não ser com nós mesmos.

Ao contrario do que muitos possam pensar esses “lugares”  são mantidos por nós, não para a morte ou tristeza, mas em muitos casos são uma questão de sobrevivência.

Abimael Alves.
Quebrando Pedras e Plantando Flores.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Fidelidade, é a maior expressão de amor.


Quando você ama realmente alguém, ser fiel não é um sacrifício, é um prazer.
Fidelidade, é sem dúvida a maior expressão de amor e respeito.
Quem não consegue ser fiel certamente também não consegue amar e respeitar, porque ambos estão intimamente ligados.
Quem teve coragem de mentir pra você, terá coragem de te enganar, quem te engana, um dia vai te trair, quem te traiu não te merece.
Fidelidade está relacionada a caráter, amor e respeito e gratidão.
Quando uma história começa a ter vírgulas demais,  pode ser que seja o prenuncio que está chegando a hora de colocar um ponto final.
É triste, mas é fato.

_Abimael Alves.

Quebrando pedras e plantando flores.

Donos das nossas decisões.



"Os que amam as trevas, não a luz, terão sua ruína de acordo com essa preferência." (Matthew Henry).
Todos nós tornamos totalmente impotentes diante das decisões do outro, assim como aquele que toma a decisão será para sempre prisioneiro dela.
Dizem que não podemos escolher quem ou o que amar, mas, se escolhemos quem não amar, quem não caminhar junto, quem não falar quem não ajudar. Então por que não podemos escolher quem amar?
Quem ama as trevas, certamente escolheu para si esse destino.,
Quem ama o mal, escolheu esse sentimento para habitar dentro de si.
Quem escolhe o caminho errado, encontrou nele algo que lhe agradou e o fez tomar essa decisão.
Todos nós somos donos das nossas decisões, temos a liberdade de entrar ou não pelas portas que nos são abertas todos os dias.
Podemos sim fazer nosso próprio caminho, só não podemos reclamar do destino aonde ele vai nos levar.
Nossas preferências darão rumo ao nosso destino.
Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do Senhor, e ele aplana todas as suas carreiras. Quanto ao ímpio, as suas iniqüidades o prenderão, e, com cordas do ser pecado, será detido. Ele morrerá, porque sem correção andou, e, pelo excesso da loucura, andará errado. Provérbios 5.21-23.
_Abimael Alves.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

É melhor dar água para quem tem sede.


“Já que para quem você está oferecendo água não valoriza.
Dê uma chance para quem está a beira do caminho clamando por uma gota d’água. ”

Há momentos que é preciso parar e dar uma olhada para os lados,
podemos nos surpreender com o número de pessoas que estão aguardando ardentemente a nossa atenção, e por causa desse desejo,irão ser gratos,recompensadores, e nos farão reconhecer que é melhor dar água para quem tem sede do que ficar tentando mudar o sabor da água toda hora tentando agradar quem não está com sede.
Jesus disse: Se alguém tem sede, que venha a mim e beba...
A proposta do Cristo nunca foi negar ajuda, mas também nunca foi desperdiçar água com quem não está com sede.
Deixamos de fazer muito, deixamos de ajudar a muitos, deixamos de amar e dar atenção a muitos, porque estamos presos tentando criar estratégias para que o que não tem possa desejar beber da água, às vezes até
aparentemente conseguimos, mas será por pouco tempo e certamente nunca será tão agradecido como o que foi socorrido em um momento de seca.
Eu ouvi certa vez alguém dizendo assim: Pessoas com problemas nós ajudamos, pessoas problemáticas nós nos afastamos, para que não nos impeça de chegar a outros com água fresca e revigorante.
Ao colocarmos uma flor  a disposição de um beija-flor há uma grande chance de sermos surpreendendo com um jardim, já a disposição de um corvo o máximo que poderemos perceber é a carniça em que se transformou a flor.
Sementes boas dependem de boa terra para darem bons frutos.
_Abimael Alves.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A ilusão do reflexo

 
 
A ilusão do reflexo Conta-se que um pai deu a sua filha um colar de diamantes de alto preço. Misteriosamente, alguns dias depois o colar desapareceu.

Falou-se que poderia ter sido furtado. Outros afirmaram que talvez um pássaro tivesse sido atraído pelo seu brilho e o levado embora. Fosse como fosse, o pai desejava ter o colar de volta e ofereceu uma grande recompensa a quem o devolvesse: R$ 50.000,00. A notícia se espalhou e, naturalmente, todos passaram a desejar encontrar o tal colar.

Um rapaz que passava por um lago, próximo a uma área industrial, viu um brilho no lago. Colocou a mão para proteger os olhos do sol e certificou-se: era o colar. O lago, entretanto, era muito sujo, poluído, e cheirava mal. O rapaz pensou na recompensa. Vencendo o nojo, colocou a mão no lago, tentando apanhar a jóia. Pareceu pegá-la, mas sentiu escapulir das suas mãos. Tentou outra vez. Outra mais. Sem sucesso. Resolveu entrar no lago. Emporcalhou toda sua calça e mergulhou o braço inteiro no lago. Ainda sem sucesso. O colar estava ali. Mas ele não conseguia agarrá-lo. Toda vez que mergulhava o braço, ele parecia sumir.

Saiu do lago e estava desistindo, quando o brilho do colar o atraiu outra vez. Decidiu mergulhar de corpo inteiro. Ficou imundo, cheirando mal. E ainda nada conseguiu. Deprimido por não conseguir apanhar o colar e conseqüentemente, a recompensa polpuda, estava se retirando, quando um velho passou por ali.

O que está fazendo, meu rapaz? O moço desconfiou dele e não quis dizer qual o seu objetivo. Afinal, aquele homem poderia conseguir apanhar o colar e ficar com o dinheiro da recompensa.

O velho tornou a perguntar, e prometeu não contar a ninguém. Considerando que não conseguia mesmo apanhar o colar, cansado, irritado pelo fracasso, o rapaz falou do seu objetivo frustrado. Um largo sorriso desenhou-se no rosto do interlocutor. Seria interessante, falou em seguida, que você olhasse para cima, em vez de somente para dentro do lago. Surpreso, o moço fez o recomendado. E lá, entre os galhos da árvore, estava o colar brilhando ao sol.

O que o rapaz via no lago era o reflexo dele. A felicidade material se assemelha ao reflexo do colar no lago imundo. Na conquista de posses efêmeras, quase sempre mergulhamos no lodo das paixões inconseqüentes. A verdadeira felicidade, no entanto, não está nas posses materiais, nem no gozo dos prazeres. Ela reside na intimidade do ser.

Nada ruim em se desejar e batalhar por uma casa melhor, um bom carro, roupas adequadas às estações, uma refeição deliciosa. Nada ruim em desejar termos coisas. A forma como as conquistamos é que fará a grande diferença.

Se para  as conseguir, necessitamos entrar no lodaçal da corrupção, da mentira, da indignidade, somente sairemos enlameados, e infelizes.

Esse tipo de felicidade é como o reflexo do colar na água: pura ilusão. Somente existe verdadeira felicidade nas conquistas que a honra dignifica, que a consciência não nos acusa.

Pensemos nisso. E, antes de sairmos à cata desesperada de valores materiais expressivos, analisemos o que necessitamos dar em troca.

Porque nada vale que mereça sacrificar a honra, a dignidade pessoal, a auto-estima, a vida espiritual.   Conto de autoria desconhecida.
Por: Mara Pio

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Prisioneiros das conseguências



Gente, o que é isso?
Onde foi que o ser humano perdeu aguela coisa da GRATIDÃO, CARÁTER RETO E VERGONHA NA CARA?

Pessoas nāo são objetos e sentimentos não são programas de computador para serem usados e descartados quando não há mais necessidades.
As vezes ficamos triste quando nos sentimos usados por alguém, na verdade deveríamos ficar felizes, pois tínhamos para dar o que ele não possuía, afinal Deus usa pessoas e não coisas.
Bom seria se pudéssemos unir experiência à força, mas isso nunca acontece, quando chega à experiência normalmente a força já se foi.

O bom da experiência é que ela nos faz sofrer menos, pois paramos de nos iludir com a beleza do pacote que nos é apresentado e temos paciência para esperar para ver o que há dentro.

A experiência nos mostra que não há relacionamentos perfeitos quando envolve seres humanos, sabemos que haverá decepções de ambos os lados, e que o que foi prometido com juras de eternidade pode ser esquecido ao dobrar a próxima esquina.

Somos livres para fazermos nossas escolhas, mas somos prisioneiros das conseqüências.
_Abimael Alves.